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domingo, julho 26, 2009

fragment of a poem #7

Oslo


«Entrar num território desconhecido é experimentar a ruína, é lançar voluntariamente o corpo numa queda da qual há-de regressar, ou não, apenas com a certeza de se ter, ainda que por breves momentos, realizado plenamente.» (Henrique Fialho a partir de Teoria da Viagem, de Michel Onfray)

sobre a

teoria desconhecida

da

natureza


do álamo,


escreves:


bulder.


da

natureza do álamo: bulder.


diz outra vez,


como se escreve?

apressado.


como se pensa?

esconjurado.



álamos por toda a parte,

sem lugar

nas geografias poéticas incompletas.


teorias desconhecidas das

palavras,


das palavras.


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quinta-feira, julho 16, 2009

fragment of a poem #6



de naturezas falsas

as palavras por essa dor de palavras


do tamanho das folhas de papel

que me mentem

como folhas

de papel vazias

sem dizer


nada


onde estão as folhas,

ou as palavras no lugar

das folhas

que explodem

fragmentos

de outras coisas

palavras

ainda eu possa

em que podia estar.

como uma palavra onde estão

as folhas.

digo,

folhas no meu lugar,

eu no lugar das palavras

mortas

esquartejadas e

levado cada pedaço delas

por

por onde forem as pessoas,

ficaram com elas

que

pergunto onde

foram as pessoas

e

as palavras delas.

pergunto pelas palavras

como são

esquartejadas

umas das outras.

digo que chega

de esquartejarmos as palavras.

digo que nascem

mil pessoas

em silêncio

no lugar

de uma palavra

es

quar

te

ja

da.


Originalmente publicado em Aranhiças&Elefantes.

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terça-feira, julho 14, 2009

fragment of a poem #5

t

«Chegamos precisamente a uma série de paradoxos, que estão ligados às palavras, aos conceitos que utilizamos»

Michel Cassé


só posso vislumbrar o pó e como se o pó fosse a matéria. hoje é dia de uma coisa que pergunto como. as coisas como não há mais nada depois delas. naturezas mortas de mim em mim atravessando como soluços. restos e rastos de luz e de estrelas de um tempo primordial cumprindo trajectórias indivisíveis, dentro de mim com se fora uma vibração inteira. a começar aqui e a terminar onde. estou distante perto de tudo. a parte de uma constelação pergunto como sendo. pergunto. o tempo tem que terminar.

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domingo, julho 12, 2009

fragment of a poem #4

s&t

Oslo

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domingo, julho 05, 2009

fragment of a poem #3

s&t

.silence in return, as brief as a word.

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sexta-feira, julho 03, 2009

fragment of a poem #2

«Perhaps one always reads in the dark...reading depends on the obscurity of the night. Even if one reads in broad daylight, outside, darkness gathers around the book»
M.Duras


talvez um livro seja só uma forma de estarmos noutro lado qualquer que não este onde estamos. talvez ler seja só partir para nunca mais regressar. talvez tenha partido para onde não há estrelas para saber efectivamente como é estar dentro da noite de um tempo que não existe algures onde estou. talvez estas páginas tenham que ser escritas e tenham que ser lidas para que uma noite não tenha mais dias nenhuns. talvez nenhum dia tenha noite. talvez os livros sejam a única forma de sabermos que além da noite não existe o dia porque num lugar que não tem lugar não pode existir a noite. a não ser que estejamos no lugar dela.

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