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segunda-feira, outubro 31, 2005

Sobre a importânica das bandas-sonoras e outras coisas assim afins

Disse Sergei Eisenstein que "o público deverá ser enfurecido e violentamente sacudido pelo volume do som, que haverá de ser conduzido ao limite do que a capacidade mental e física dos espectadores puder suportar". Não é por acaso, portanto, que "O Couraçado de Potemkine" (1925) terá sido o primeiro filme com direito a honras de banda-sonora encomendada (a Edmund Misel) especificamente para o efeito. E, no entanto, Claudia Gorbman, autora de Unheard Melodies: Narrative Film Music, ao escrever que "nenhuma imagem nasceu para se articular inevitavelmente com esta ou aquela música", defende, de forma indirecta, que imagens e sons são invariavelmente adaptáveis. Será? Poderá cada música e imagem (filme, fotografia) ser apropriada à especificidade e intencionalidade de cada objecto ou utilização específica, expondo-se assim à erosão e adulteração(?) provocadas por uma tal usurpação? Haverá os casos em que sim, haverá os casos em que não.

quinta-feira, outubro 27, 2005

Michael Page no Gel Gallerí

Reykjavík lives.

quarta-feira, outubro 26, 2005

Lugar certo II - Cada macaco no seu galho!

"O Sr. Mário Soares já devia era estar com as pantufas calçadas e sentado à lareira com a mulher!"*

*- comentário de Maria Gago, uma senhora de 69 anos reformada, em directo para a Sic Notícias no Opinião Pública, a propósito da corrida às presidenciais.

Gonçalo M. Tavares e a cidade sagrada (tributo)

Em Jerusalém, Gonçalo M. Tavares, vencedor do Prémio José Saramago, edição de 2005, confirma o estatuto que foi conquistando no imenso e diversificado espaço da produção literária portuguesa dos últimos anos. A partir das histórias individuais e da matriz genética de Kaas, Mylia, Hanna, Ernst e Theodor Busbeck, o autor constrói o enredo cuja condensação se traduz num espaço maciço de conflitos psíquicos e físicos, ideológicos e metafísicos que se estabelecem a partir de um nada formalizado na consciência da ausência de um Deus justo e pacificador. Na ausência desse Deus, a loucura e a violência, e tudo o que a isto anda associado, parecem assim sobrepor-se como pilares angulares e devoradores perante a debilidade e a fragilidade de cada ser humano, tipificado em cada uma das personagens referidas (uma criança deficiente, um médico investigador obsessivo, uma prostituta, uma mulher esquizofrénica visionária e um homem esquizofrénico suicida). Recorrendo a uma linguagem simples mas cerebral porque oportunamente burilada e elaborada e, no entanto, muito à margem do fenómeno do estorcimento (des)caracterizador de alguma da produção literária contemporânea, Gonçalo M. Tavares cumpre o objectivo que ele próprio, a certa altura, descreve na obra premiada: "(...) o mundo prático - que ele se sentia representar - estava naquele instante a punir os raciocínios e uma certa vida orgulhosa que julga poder existir, do princípio ao fim, sem precisar dos outros."(TAVARES, Gonçalo M., Jerusalém, Lisboa: Caminho, 2005, pág.123)

domingo, outubro 23, 2005

Linhas tortas <0>


Em 1813, A. von Chamisso, poeta e botânico do séc. XIX, escrevia "A História Fabulosa de Peter Schlemihl", obra na qual o autor dá conta da vida de um homem, Peter Schlemihl, que, não conseguindo resistir às solicitações de um bizarro vendedor, sucumbe e vende a própria sombra a troco de uma bolsa miraculosa sem fundo, isto é, em troca de toda a riqueza do mundo, ou a ilusão dela. Romance, fábula ou simplesmente literatura, trata-se de uma obra que, como tantas outras, acaba por preconizar e protagonizar a igualmente sinuosa história das sociedades contemporâneas, com uma diferença, no entanto: a Schlemihl é dada a oportunidade de escolher. A nós, não.

Lugar certo

Foto- Diana Tsir

sexta-feira, outubro 21, 2005

The Nostalgic



I can't get on, i can't get on
Because i live in the past
And it's too strong
I can't get on, i can't get on
Because i live in the past
And it's too strong

And the present is imperfect
And the future, well, it's conditional
And the past's a foreign land
That i'm trying to understand

And all the girls are framed
In the order that they came
And the best friends do their worst
To remind me that i'm cursed

And i'd just like to say
That i'm sorry to everyone
That just wants to get on
That just wants to get on
But i...


Piano Magic

quinta-feira, outubro 20, 2005

Latada 2005:serenata - impressões




24h: estudantes trajados sem capa traçada.
24h15m: palmas.
24h24m: a conversa do Felisberto que não quis namorar com a Marta (era mesmo Felisberto).
24h35m: fotojornalismo show time by NOKIA.
24h50m: INEM.

domingo, outubro 16, 2005

Edukação (depois a revolução?)

"Apenas 10% da população mundial goza da riqueza produzida, enquanto os restantes 90% vive na pobreza e fome.
No entanto, há suficiente trigo no mundo para providenciar 2000 calorias por dia para cada habitante da Terra. O problema é que o trigo não é bem redistribuído. 90% do mundo está a morrer à fome enquanto 10% faz dietas." Hans Weingartner
e o



edukador.

sábado, outubro 15, 2005

S.H.J.


Afinal...a vida.

quinta-feira, outubro 13, 2005

B- finito


"Gostava tanto de mexer na vida,
De ser quem sou - mas de poder tocar-lhe...
E não há forma: cada vez perdida
Mais a destreza de saber pegar-lhe."
MSC

terça-feira, outubro 11, 2005

Imagem

Esmagamento.
Intensidade imperfeita, crepuscular, o limite.

Sente os dedos na pele,
Comunga.

Mais o medo é mais, e
pouca a terra que sobra.
"As mãos sopram o vaso,
trazem a essência à superfície.
O segredo é uma vara horizontal,
sangra ou floresce nas frontes.

Alguém de dentro
toca o equilíbrio da flauta,

o arco atravessado do mundo."
J.M.

segunda-feira, outubro 03, 2005

Coimbra revisitada (tributo)


Os meus passos sucedem-se com a naturalidade

Simples que a calma noite bela de si transpira;

Embrenho-me pelas ruas guiando-me pela liberdade

Dos meus sentidos que absorvem o que a noite inspira!

A magia desta cidade encantada acolhe-me em seu seio!

Sinto vibrar sob os meus pés cada pedra da calçada

E no coração sinto a força e o amor que dela veio!

O rio desliza amado pelas estrelas... A Lua chora emocionada!

Vários barcos se juntam para sempre neste porto de abrigo,

Porto provisório, rampa de lançamento para a nossa vida!

Criam-se laços inquebrantáveis com este, aquele e também contigo...

Sentimentos que se explicam com a magia desta cidade perdida...

E depois?... Depois apenas fica o silêncio da saudade

Onde se ouvem os ecos de uma doce e amarga nostalgia,

Imagens perdidas no tempo, num tempo sem idade!...

A noite vai já adiantada... em breve nascerá um novo dia...

Marco Ferreira
(membro do G.L.)

Philip Plisson - parte II