<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d11610014\x26blogName\x3devidence+and+chlorine\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dBLUE\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://claya.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://claya.blogspot.com/\x26vt\x3d-5922575046210966920', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>

segunda-feira, outubro 31, 2005

Sobre a importânica das bandas-sonoras e outras coisas assim afins

Disse Sergei Eisenstein que "o público deverá ser enfurecido e violentamente sacudido pelo volume do som, que haverá de ser conduzido ao limite do que a capacidade mental e física dos espectadores puder suportar". Não é por acaso, portanto, que "O Couraçado de Potemkine" (1925) terá sido o primeiro filme com direito a honras de banda-sonora encomendada (a Edmund Misel) especificamente para o efeito. E, no entanto, Claudia Gorbman, autora de Unheard Melodies: Narrative Film Music, ao escrever que "nenhuma imagem nasceu para se articular inevitavelmente com esta ou aquela música", defende, de forma indirecta, que imagens e sons são invariavelmente adaptáveis. Será? Poderá cada música e imagem (filme, fotografia) ser apropriada à especificidade e intencionalidade de cada objecto ou utilização específica, expondo-se assim à erosão e adulteração(?) provocadas por uma tal usurpação? Haverá os casos em que sim, haverá os casos em que não.

4 Comments:

Anonymous Von said...

Seria talvez Couraçado Potemkin, porque não era o nome de alguma localidade, mas sim o do próprio submarino. Este é talvez um dos maiores marcos da 7ª arte, ombreando apenas com Outubro (do mesmo autor), Metropolis, Nosferatu e Citizen Kane.
Imperdível.
Quanto à pergunta, diria invariavelmente que há uma variabilidade de motivos para a adaptação de imagens ou sons. Daí o nascimento da sonoplastia, com a introdução da adaptação de um som para cada movimento.

02 novembro, 2005 18:10  
Anonymous Von said...

Não creio que usurpação seja o termo mais correcto. Formam um híbrido, antes. Som e imagem. Processados ambos, por coincidência ou não, na mesma parte do cortex central nervoso.

02 novembro, 2005 18:13  
Blogger Alfie said...

Fica a correcção relativamente ao nome do filme. Obrigada.
Quanto ao resto, concordo inteiramente com a adaptação dos sons e das imagens, a novos sons, a novas imagens, a renovados motivos. Mas também haverá os casos em que essa adaptação assumirá contornos de usurpação, porque, na maioria dos casos, resultará em adulteração. Por outro lado, determinadas imagens e sons terão nascido apenas para si (com um fim específico), per si (que é o caso da banda-sonora do filme atrás referido). De qualquer forma, também os há invariavelmente adaptáveis. E por isso é que deixei as duas hipóteses em aberto. =)

03 novembro, 2005 01:24  
Anonymous Von said...

De acordo. Bom post.

06 novembro, 2005 15:21  

Enviar um comentário

<< Home