<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d11610014\x26blogName\x3devidence+and+chlorine\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dBLUE\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://claya.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://claya.blogspot.com/\x26vt\x3d-5922575046210966920', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>

sábado, agosto 10, 2013

Blue moon in your eyes

Regresso a casa em blues for alice.

domingo, abril 17, 2011

O fim de um ciclo.


Temos o nosso imperativo, dizem, que é não ter coisa nenhuma que o mais aquém. Por estes tempos, apara-se o lápis e arrumam-se as folhas. Os ciclos acabam depressa. A todos os que por aqui passaram, mesmo quando já nada havia a dizer, obrigada, que são sempre bem-vindos os estranhos à nossa porta. Também é de um tempo que se trata aqui. Recomeçarei devagar algures. Até um dia.

Etiquetas: ,

domingo, maio 30, 2010

Pessoas


-->
e uma vez mais
falaste como
se
a terra fosse
fosse só o que fosse,
sendo,
disseste:
«ando de um lado para o outro
e sou
de
quem
passa
por mim,
sou mais
outra coisa
e outra
infinitamente
o que tu
fores
mais e o mesmo
mais e menos
que seremos
depois só
só diferente sendo
de quem
o que
não sou.»

Etiquetas:

domingo, maio 02, 2010

acidente

«acidente»
foto: sophie


a partir de Fiama, E. Bishop e M. A. Pina


as bocas percutem

tecem frases,

não é nenhum

mistérios em sete versos

não é nada sério

para sempre.

toda a poesia

por muito que pareça

contém em si o acidente.


Etiquetas:

segunda-feira, abril 19, 2010

sophie


quando o teu corpo

é uma sombra que

adormece violentamente,

eu morro pouco a pouco

mais um pouco.

Etiquetas:

terça-feira, março 30, 2010

as narrativas deformam o rosto

sophie

.o homem sem a face do rosto anuncia o espectáculo.

Etiquetas:

quinta-feira, março 04, 2010

do fim como do princípio do poema (v.)

k.

à morte

do poema

ciclicamente regressas

durante o resto do poema.


e regressas porque

nunca mais

é

nunca mais

para sempre

ciclicamente.


Poema originalmente publicado em Oficina de Poesia nº14 II série, Palimage, Março 2010.

Etiquetas: