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terça-feira, julho 14, 2009

fragment of a poem #5

t

«Chegamos precisamente a uma série de paradoxos, que estão ligados às palavras, aos conceitos que utilizamos»

Michel Cassé


só posso vislumbrar o pó e como se o pó fosse a matéria. hoje é dia de uma coisa que pergunto como. as coisas como não há mais nada depois delas. naturezas mortas de mim em mim atravessando como soluços. restos e rastos de luz e de estrelas de um tempo primordial cumprindo trajectórias indivisíveis, dentro de mim com se fora uma vibração inteira. a começar aqui e a terminar onde. estou distante perto de tudo. a parte de uma constelação pergunto como sendo. pergunto. o tempo tem que terminar.

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