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segunda-feira, junho 09, 2008

nascimento

abstraction of a hole
Henri Bateman


Os prédios altos em forma de morte nascem no Teu Berço. O Teu Berço, Meu o espanto colossal, rompendo pela janela e pela madrugada luminosa. As revelações tuas no instante de uma noite dentro de si, sem casa e apenas noite do dia sem começo. Aquém, os lençóis quedam-se brancos, e no entanto, imaculados e perfeitos de uma ausência que é Senhora no Berço e a Negação. Não durmo, não sonho. Não durmo, não sonho. Serei esta história interminável, sem interdição nem o contratempo que é o limite do meu nascimento. E sonho-me, só depois da negação, como impossível de mim, na permanência de não ser sonho. Podes tu embelezar-me dentro do tempo ou fora dele. Tu escolherás, querendo como ser, sendo, querendo ser como o tempo, nada. E depois, na morte, serei alguma coisa mais. O fim do sonho, serei.

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4 Comments:

Blogger Tyler said...

Brilham os olhos com o pulsar das palavras, as tuas.

09 junho, 2008 13:35  
Blogger okran said...

Gosto muito.

09 junho, 2008 14:51  
Blogger Hopelandic said...

O sonho nasce-te nas mãos e estrangula o meu tempo. A premência de se ser tempo nos sonhos diurnos. Porque de noite, são pesadelos.

09 junho, 2008 20:43  
Blogger sandra g.d. said...

Diálogo. A respiração. Palavras.

10 junho, 2008 01:46  

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