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domingo, maio 11, 2008

contradança


A fogueira imaginária de outrora era o derradeiro feitiço de uma noite dissolvida no instante do céu, carvoeiro, a advir nas faces de duas sombras. Uma noite interdita, ausente, imperfeita na sua escuridão de se saber densa. Duas sombras que eram almirantes de uma fábula sem árctico, duas almas semi-perfeitas que percorriam caminhos sempre os mesmos, a mesma hora, sempre. Nas paredes, outras, viradas para dentro, ilusórias portadas e casas sem fundo à beira do Lugar, perguntava-se quem passava e o que seriam nesse ritual de cumprir uma mesma hora num mesmo lugar como se não houvera outro lugar onde estar no fim de tudo, que é como quem diz, no fim. Revolviam-se os diálogos, em contratempo, infinitos de não se saberem um do outro. Depois, o silêncio tomou o lugar do mundo.

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