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terça-feira, janeiro 22, 2008

outro dia. o silêncio

Agora só isto. Talvez o gesto ao atravessar a estrada seja um desígnio importante. Não sei. Um pudor que nos inquieta e nos afasta o olhar dos objectos incertos. Talvez seja por isso que escrevo no mesmo outro dia, ao mesmo tempo que uma súbita previsão frenética, imaginada a toda a hora e em todo o lugar. A beleza. Nos dois segundos que me impuseram como meus. E dos quais tive que fazer uma vida.

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1 Comments:

Blogger quETzalcoatl said...

DETRITO

Devo ter sonhado o único passado que tive,
Revivo-o comigo nas telhas quentes,
Grades bejes, copa do medronho (não é suficiente
para conter e reter mais um não tão sonante).

Os dias são chuvosos mas
Está sol límpido, longe desta janela
Não é díficil
Ser orgânico de todas as cores,
Não quero viver lá fora
Enchendo minha cabeça diariamente
Com a areia lunar dos sonhadores
E fazer dela aventuras como
As que tive contigo no passado,
Quero senti-lo novamente
Só por uma vez (digo eu)
Através do trespasse, calor convicto,
Impossível tua terra gélida, é feze
Onde devia ter-me deitado por completo..

Tornam-se egoístas
As pedras onde o arco-íris cai,
De cabelos ao vento por esquecer
Só agora sei
Que juventude é ser como se não fosse,
Tendo medo sem saber,
Sentir letras e palavras conjugadas
Na minha apatia mania intrínseca
De agir sem pensar no que sinto.

Deve-se vivê-la e perdê-la
Como deve de ser,
No entanto, febre companhia
Nada me conquista e tudo receio,
Sou analfabeto e pequenino.
Morro por não cair já mas
Quero que aconteça onde estejas aqui,
Na terra molhado dum vendaval,
Quero cair em teu umbigo
Onde me vês sem ser incapaz
De ver alguém.

2003


in fotosintese









www.motoratasdemarte.blogspot.com

28 janeiro, 2008 03:16  

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