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terça-feira, fevereiro 28, 2006

Che Guevara : re-criar o mito


A homenagem ao mito merece uma certeza. A certeza que a história nunca quis dar.

Ler aqui a (in)versão inacabada deste mito.

2 Comments:

Blogger Von said...

Quase todas as "vítimas" deste Senhor eram criminosos, torturadores sanguinários e assassinos do regime de Fulgêncio Baptista. Alguns inocentes terão sido executados? Verdade, mas isso acontece sempre em qualquer revolução. Não errarei por muito se disser que terão sido muito menos que os inocentes chacinados, durante os longos anos de intervencionismo imperialista dos norte americanos em vários países da América Latina.
O problema de quem procura "desmitificar" Che é o horror de encarar uma juventude mobilizada para um qualquer ideal, de entrega generosa a um ideal. Para os neo-conservadores e neo-liberais de hoje, a resistência ao despotismo do Tio Sam e afiliados é sinónimo de terrorismo, o NÃO à globalização é coisa de pés-descalços e desordeiros.
Ah, um dos tiros no pé argumentado pelos historiadores é o facto de Che não ser muito amigo de água! É verdade que quem "vive" em guerrilha constante não se pode banhar muito amíude! É verdade que, conforme um dos muito em voga estudos estatísticos, os norte americanos tomam, em média, 2 banhos por semana (relembro que estamos em 2006)! É verdade que, mesmo em causas despicientes, os jovens (nos quais me incluo) que adoptam o Che do boné, do pin ou da camisola, merecem a minha consideração. A ira de alguns, indiferença de outros, mas a minha consideração. Entre o pop e hip hop, o McChicken e o KFC, o Bush e o Blair, eu fico-me com o Senhor da bóina.

01 março, 2006 21:21  
Anonymous Anónimo said...

Concordo...!!!! faço das tuas palvras, as minhas...

25 março, 2006 10:28  

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