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sexta-feira, fevereiro 24, 2006

Memória

Desgraça designada, do sonho e da oportunidade. Pequena ruptura do tempo. Estado completo. Conservação habitada.

6 Comments:

Blogger Pedro B. said...

Falta de memória.

Visitas cíclicas aos erráticos locais de sempre; a náusea do equi-sentido e do equi-valor, em tudo; os dias que nos escapam, a vida que nos escapa, as pessoas que nos escapam.

Levanto-me e digo-lhe,Lembro-te ti, não só de ontem, mas de sempre,E sorrio.

24 fevereiro, 2006 11:23  
Anonymous papoila said...

À memória de todos os passáros que voam...


«O segredo afinal andava em mim
e não nas algas
da ilha indescoberta
pelo voo da ressaca...

Foi a Mão que o desvendou.

A Mão opaca.»


A mão opaca da memória que fica no olhar quando a luz se apaga.
A memória do tempo que escorre, a memória de nós sob a água turva das sombras, das sombras que ficam a jurar eternidade.

27 fevereiro, 2006 18:49  
Blogger Pedro B. said...

Quando falas em pombos, incluis pombos?

28 fevereiro, 2006 19:31  
Blogger Pedro B. said...

Queria dizer. Quando falas em pássaros, incluis os pombos?

28 fevereiro, 2006 19:32  
Anonymous papoila said...

do Lat. passaru, por passere

s. m., qualquer pequena ave;
pop., homem astuto, manhoso.

do Lat. palumbu

s. m., Ornit., género de aves columbinas;
Ictiol., peixe teleósteo, também chamado pâmpano;
África, adultério;
indemnização paga ao marido de mulher infiel;
adj., Brasil, diz-se do cavalo branco

Decorre do que fica exposto, que a acepção invocada não será nem passáro nem pombo, mas todas as almas sedentas de ar.

28 fevereiro, 2006 19:49  
Blogger Pedro B. said...

Insisto na ideia de que os pombos não são aves! Assim como as ratazanas não são mamiferos.

01 março, 2006 19:27  

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