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sexta-feira, abril 22, 2005

For you daddy


Saudades. Da brisa infantil. Dos passos do Homem do boné feito Suor e Sofrimento. Para ti, a última palavra do mundo.

4 Comments:

Anonymous papoila said...

...não sei qual poderá ser a última palavra do mundo...talvez não seja mesmo relevante sabê-lo, pode ser uma palavra qualquer ou apenas aquela que se quer ou quis dizer,ou mesmo aquela palavra que saiu disparada sem ser pensada, sem ser escrupulosamente burilada pelo jogo do ser e do querer ser... tudo isto acaba por não importar muito, porque,no fim de muitas contas, nem sempre as palavras querem significar exactamente o que sentimos ou o que queremos que os outros sintam... Mas em boa verdade, sinto, dum sentir cá de dentro (?), que a última palavra jamais poderia ser a Saudade, simplesmente porque ela não obnubila os subsentimentos que a constituem, muito pelo contrário coloca-os à flor da nossa pele e, quando menos esperamos, fazem-nos soltar uma lágrima, um pequeno grito de silêncio por alguém que perdemos ou que simplesmente não está perto de nós...Às vezes esse alguém não passa de um singelo momento que queriamos guardar a vida toda, às vezes resume-se apenas a uma mera visão de nós mesmos e é talvez esta última acepção que dói mais,confundindo e desorientando a nossa rosa dos ventos interior... Mas só Cronos (é preciso acreditar em alguma coisa!)nos dará a paz que precisamos para nos encontarmos a nós mesmos em cada dia que vivemos.

"Ser ou não ser gente
ter ou não ter sonhos
mais exactamente
vir
à tona dos sonhos
ter sempre a certeza das dúvidas
por via das dúvidas saber o que achar ..." SG

23 abril, 2005 03:03  
Blogger Alfie said...

A identidade das pessoas passa por aquilo que se é, e não por aquilo que se diz ser. Até porque no fim da vida, somos menos o que dissemos do que o que fizemos. E depois, a verdade é encerrada num caixão, e de lá jamais sairá. A não ser no coração de quem fica. E aí, a última palavra do mundo será essa: saudade.

23 abril, 2005 11:59  
Anonymous papoila said...

talvez tenhas razão, talvez aquela lágrima solta, ou aquele pequeno grito de silêncio não seja nada a não ser saudade

23 abril, 2005 14:25  
Anonymous Anónimo said...

"Os jogos que eu fiz... as brincadeiras de quando eu era criança..." - Já lá iam oitenta e quatro anos quando nos deixaste saber que também tu, velho cansado e triste, foste um jovem que sonhou e acreditou num qualquer disparate, tal como nós fazemos hoje em dia.
Pensei diversas vezes se gostarias ou não de cá andar, realmente.
Respeito-te hoje como não te respeitei na altura, não por não ter consideração por ti, mas porque só agora percebo o valor que tens, que tinhas.
Carreguei-te, como sabes, mais outros cinco e levei-te até onde ainda hoje estás.

25 abril, 2005 19:11  

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